O Tempo Não Para
A maioria de nós humanos quando jovens, passamos boa parte de nossos dias sonhando em completar logo os dezoito anos de idade. Para alguns essa vontade surge bem cedo, para outros é mais demorada. O importante é lembrar que nesse período, não percebíamos, mas hoje carregamos a sensação de que o tempo passava devagar, tínhamos tempo suficiente para fazer quase tudo o que quiséssemos, e hoje, já adultos, achamos a vida curta, não temos tempo pra nada, tudo está passando muito rápido. Por que será que isso acontece?
A primeira coisa a falarmos é sobre essa vontade dos dezoito anos, na adolescência tudo parece um bloqueio para nós, pelo menos para alguns. Queremos alcançar a maioridade para ter liberdade na vida, se bem que muitos dos jovens de hoje já se encontram em total liberdade, mas voltando aqueles que passam ou passaram por isso, fica a sensação negativa de enfrentar muitos nãos, seja dos pais ou de lugares que queiram frequentar, e até mesmo a vontade de dirigir um carro. Não podemos esquecer também que muito desses nãos ajudam a formar nosso caráter de adultos responsáveis.
E nessa fase, da adolescência, e até um pouco antes, na pré, a maioria dos jovens ainda não começaram a trabalhar. E quando só íamos para a escola de manhã, tínhamos a tarde toda livre, sem contar o sábado e domingo. Sem muitas responsabilidades, eram poucas as obrigações que precisávamos ter atenção e quase nada de preocupação para ocupar nossas cabeças. Com fato de termos mais tempo para nós, junto com a vontade de chegar logo aos dezoito, podemos concluir que em nossa percepção esse tempo é mais lento, mas não para.
Chegamos e passamos dos dezoito anos, muita coisa mudou. Alguns ainda estudam, sejam faculdades ou qualquer outro curso, e também trabalham. A escola que era de quatro a cinco horas por dia, agora se transformou em uma jornada trabalhista de oito horas, e depois do expediente indo pra faculdade, foi embora o dia. Que bom ainda contarmos com o fim de semana, se bem que ainda pode ter um cursou ou também trabalhar. Dias de folga total, um ou dois dias na semana. As obrigações também aumentaram, contas para pagar, responsabilidades do lar para alguns, que podem vir com filhos também, ai a responsabilidade é maior ainda, os relacionamentos amorosos também requerem obrigações a serem assumidas, sejam casados ou namorados. Com tudo isso, onde está aquele tempo livre que tínhamos na adolescência? A hora agora parece que passa mais rápida, e ficamos imaginando que estamos sem tempo, ou que ele está muito apressado.
Somos a mesma pessoa, mudamos um pouco nossa personalidade, mas em si somos o mesmo jovem adolescente. O tempo também é o mesmo, esse não muda nunca, a hora que passa hoje é a mesma que passava a seis anos atrás. Mas existe uma diferença em tudo isso, essa diferença é o motivo do tempo passar mais rápido hoje do que antes, chamamos isso de percepção. Hoje observamos e vivemos o tempo de uma maneira totalmente diferente de quando ainda estávamos no início do ensino médio. A responsabilidade que aumentou, faz a gente se preocupar mais com o relógio. E quando tínhamos mais tempo livre, sem muita responsabilidade, realmente nossa percepção de tempo era diferente, ele era lento, e não nos preocupávamos tanto com horários. Hoje nossos dias estão cheios de atividades para serem feitas, saímos de casa cedo e voltamos tarde, cadê o tempo? Já passou. Quando nos ocupamos muito, nossa percepção é alterada, por isso dizemos que o tempo passa mais rápido. Exemplificamos isso da seguinte forma: aos quatorze anos, na estrada da vida, o tempo está caminhando conosco e estamos olhando para ele que vai ao nosso lado no mesmo passo, agora depois dos vinte anos, continuamos na mesma estrada, o tempo também continua andando ao nosso lado, porém há tanta coisa nessa estrada para olharmos, tudo querendo nossa atenção, com isso não estamos mais olhando para o lado, em uma curva dizemos "olha o tempo aqui, meu velho amigo", depois lá longe em uma ponte nos damos conta de quem estava ao nosso lado, olhamos de novo e "nossa, você está aqui, como passou rápido, andamos tanto assim?".
Nisso meu caro leitor, fechamos nosso pensamento na seguinte conclusão, o tempo é sempre o mesmo, porém o modo como o percebemos, devido a influência de nossas ocupações, é quem vai dizer se ele está passando rápido ou não. Portanto devemos aproveitar muito bem cada momento, principalmente com as pessoas que estão conosco. Pois como diz o título, o tempo não para.
A primeira coisa a falarmos é sobre essa vontade dos dezoito anos, na adolescência tudo parece um bloqueio para nós, pelo menos para alguns. Queremos alcançar a maioridade para ter liberdade na vida, se bem que muitos dos jovens de hoje já se encontram em total liberdade, mas voltando aqueles que passam ou passaram por isso, fica a sensação negativa de enfrentar muitos nãos, seja dos pais ou de lugares que queiram frequentar, e até mesmo a vontade de dirigir um carro. Não podemos esquecer também que muito desses nãos ajudam a formar nosso caráter de adultos responsáveis.
E nessa fase, da adolescência, e até um pouco antes, na pré, a maioria dos jovens ainda não começaram a trabalhar. E quando só íamos para a escola de manhã, tínhamos a tarde toda livre, sem contar o sábado e domingo. Sem muitas responsabilidades, eram poucas as obrigações que precisávamos ter atenção e quase nada de preocupação para ocupar nossas cabeças. Com fato de termos mais tempo para nós, junto com a vontade de chegar logo aos dezoito, podemos concluir que em nossa percepção esse tempo é mais lento, mas não para.
Chegamos e passamos dos dezoito anos, muita coisa mudou. Alguns ainda estudam, sejam faculdades ou qualquer outro curso, e também trabalham. A escola que era de quatro a cinco horas por dia, agora se transformou em uma jornada trabalhista de oito horas, e depois do expediente indo pra faculdade, foi embora o dia. Que bom ainda contarmos com o fim de semana, se bem que ainda pode ter um cursou ou também trabalhar. Dias de folga total, um ou dois dias na semana. As obrigações também aumentaram, contas para pagar, responsabilidades do lar para alguns, que podem vir com filhos também, ai a responsabilidade é maior ainda, os relacionamentos amorosos também requerem obrigações a serem assumidas, sejam casados ou namorados. Com tudo isso, onde está aquele tempo livre que tínhamos na adolescência? A hora agora parece que passa mais rápida, e ficamos imaginando que estamos sem tempo, ou que ele está muito apressado.
Somos a mesma pessoa, mudamos um pouco nossa personalidade, mas em si somos o mesmo jovem adolescente. O tempo também é o mesmo, esse não muda nunca, a hora que passa hoje é a mesma que passava a seis anos atrás. Mas existe uma diferença em tudo isso, essa diferença é o motivo do tempo passar mais rápido hoje do que antes, chamamos isso de percepção. Hoje observamos e vivemos o tempo de uma maneira totalmente diferente de quando ainda estávamos no início do ensino médio. A responsabilidade que aumentou, faz a gente se preocupar mais com o relógio. E quando tínhamos mais tempo livre, sem muita responsabilidade, realmente nossa percepção de tempo era diferente, ele era lento, e não nos preocupávamos tanto com horários. Hoje nossos dias estão cheios de atividades para serem feitas, saímos de casa cedo e voltamos tarde, cadê o tempo? Já passou. Quando nos ocupamos muito, nossa percepção é alterada, por isso dizemos que o tempo passa mais rápido. Exemplificamos isso da seguinte forma: aos quatorze anos, na estrada da vida, o tempo está caminhando conosco e estamos olhando para ele que vai ao nosso lado no mesmo passo, agora depois dos vinte anos, continuamos na mesma estrada, o tempo também continua andando ao nosso lado, porém há tanta coisa nessa estrada para olharmos, tudo querendo nossa atenção, com isso não estamos mais olhando para o lado, em uma curva dizemos "olha o tempo aqui, meu velho amigo", depois lá longe em uma ponte nos damos conta de quem estava ao nosso lado, olhamos de novo e "nossa, você está aqui, como passou rápido, andamos tanto assim?".
Nisso meu caro leitor, fechamos nosso pensamento na seguinte conclusão, o tempo é sempre o mesmo, porém o modo como o percebemos, devido a influência de nossas ocupações, é quem vai dizer se ele está passando rápido ou não. Portanto devemos aproveitar muito bem cada momento, principalmente com as pessoas que estão conosco. Pois como diz o título, o tempo não para.
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